Domingo
23 de Julho de 2017 - 
Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado! (Rui Barbos ...
Viver significa lutar.(Seneca)
O mal não pode vencer o mal. Só o bem pode fazê-lo. (Leon Tolstoi)

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Curiosidades

A Maroja Advogados Associados foi fundada em 1978 pelo seu titular à época, o advogado João José da Silva Maroja,  que militou por mais de trinta anos no Estado do Pará. Quando conselheiro seccional da OAB/PA, foi confiada ao fundador a missão de desenvolver a marca da Seccional do Estado do Pará, que, mais tarde, acabou por ser o modelo adotado pela OAB Nacional.  

Atualmente o fundador se encontra na magistratura estadual, no cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Pará - TJE-PA, ocupando vaga destinada ao quinto constitucional.

Com a nova função, que é incompativel com o exercicio da advocacia, em 2003, o fundador transmitiu ao advogado Leonardo do Amaral Maroja, a responsabilidade pela condução de processos e da estrutura criada no antigo escritório situado na Trav. Campos Sales, nº 268, conj. 802, Campina - Belém.
 
Atualmente a Maroja Advogados Associados  está localizada na Rua XIII de maio, nº 469/477, 15º e 16º andares, Ed. Mercúrio, Bairro Campina, CEP: 66019020, Belém, Pará, Brasil, e conta com corpo de advogados e estagiários que prestam serviços a diversos clientes, pessoas jurídicas e pessoas físicas, bem como possui correspondentes em todo o Estado do Pará,  em Brasilia-DF e em outros Estados da Federação, como São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Santa Catarina, Ceará, Maranhão, .
 
Prazer em conhecê-lo!

Cabanagem

A Cabanagem foi uma revolta popular que aconteceu entre os anos de 1835 e 1840 na província do Grão-Pará (região norte do Brasil, atual estado do Pará). Recebeu este nome, pois grande parte dos revoltosos era formada por pessoas pobres que moravam em cabanas nas beiras dos rios da região. Estas pessoas eram chamadas de cabanos.
Contexto histórico
No início do Período Regencial, a situação da população pobre do Grão-Pará era péssima. Mestiços e índios viviam na miséria total. Sem trabalho e sem condições adequadas de vida, os cabanos sofriam em suas pobres cabanas às margens dos rios. Esta situação provocou o sentimento de abandono com relação ao governo central e, ao mesmo tempo, muita revolta.
Os comerciantes e fazendeiros da região também estavam descontentes, pois o governo regencial havia nomeado para a província um presidente que não agradava a elite local.
Causas e objetivos
Embora por causas diferentes, os cabanos (índios e mestiços, na maioria) e os integrantes da elite local (comerciantes e fazendeiros) se uniram contra o governo regencial nesta revolta. O objetivo principal era a conquista da independência da província do Grão-Pará. 
Os cabanos pretendiam obter melhores condições de vida (trabalho, moradia, comida). Já os fazendeiros e comerciantes, que lideraram a revolta, pretendiam obter maior participação nas decisões administrativas e políticas da província.
Revolta
Com início em 1835, a Cabanagem gerou uma sangrenta guerra entre os cabanos e as tropas do governo central. As estimativas feitas por historiadores apontam que cerca de 30 mil pessoas morreram durante os cinco anos de combates.
No ano de 1835, os cabanos ocuparam a cidade de Belém (capital da província) e colocaram na presidência da província Félix Malcher. Fazendeiro, Malcher fez acordos com o governo regencial, traindo o movimento. Revoltados, os cabanos mataram Malcher e colocaram no lugar o lavrador Francisco Pedro Vinagre (sucedido por Eduardo Angelim).
Contanto com o apoio inclusive de tropas de mercenários europeus, o governo central brasileiro usou toda a força para reprimir a revolta que ganhava cada vez mais força.
Fim da revolta
Após cinco anos de sangrentos combates, o governo regencial conseguiu reprimir a revolta. Em 1840, muitos cabanos tinham sido presos ou mortos em combates. A revolta terminou sem que os cabanos conseguissem atingir seus objetivos.
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