Sábado
21 de Outubro de 2017 - 
Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado! (Rui Barbos ...
Viver significa lutar.(Seneca)
O mal não pode vencer o mal. Só o bem pode fazê-lo. (Leon Tolstoi)

Visitas por email

Bolsa de Valores

Bovespa 0,14% . . . .
NASDAQ 0,36% . . . .

Previsão do tempo

Hoje - Belém, PA

34ºC
24ºC
Poss. de Panc. de Ch

Domingo - Belém, PA

34ºC
24ºC
Poss. de Panc. de Ch

Segunda-feira - Belém...

33ºC
25ºC
Poss. de Panc. de Ch

Terça-feira - Belém,...

31ºC
24ºC
Poss. de Panc. de Ch

Cotação Monetária

Moeda Compra Venda
DOLAR 3,18 3,18
EURO 3,75 3,75
IENE 0,03 0,03
LIBRA ES ... 4,20 4,20

Manchetes jurídicas

12/10/2017 - 05:51:45

Notícias relacionadas Caso Giovanna Tenório: acusado de matar estudante é condenado a 29 anos de prisão Júri: testemunhas relatam mensagens e ligação de ré à vítima Giovanna Tenório TJ no Soundcloud + Áudios - Caso Giovanna Tenório: Júri absolve Mirella Graconato do crime de homicídio O Conselho de Sentença do 2º Tribunal do Júri de Maceió absolveu Mirella Granconato Ricciardi do crime de homicídio praticado contra a estudante Giovanna Tenório, em 2011. A ré, no entanto, acabou condenada pela ocultação do cadáver da universitária. Como a pena foi inferior a quatro anos, deverá responder em liberdade prestando serviços à comunidade. A acusada também terá que pagar indenização de R$ 20 mil à família da vítima. O promotor de Justiça Antônio Villas Boas disse, no final do julgamento, nessa quarta-feira (11), que irá recorrer. Segundo ele, a decisão dos jurados foi "incongruente e manifestamente contrária às provas dos autos". O julgamento de Mirella Granconato ocorreu no Fórum da Capital e foi conduzido pelo juiz John Silas da Silva, titular da 8ª Vara Criminal de Maceió.Interrogatório De acordo com o Ministério Público, Mirella mandou matar Giovanna por ciúmes, pelo fato de a vítima ter mantido um relacionamento com o ex-marido da acusada, Antônio de Pádua Bandeira. A ré, no entanto, negou envolvimento no assassinato. Afirmou desconhecer o caminhoneiro condenado como autor material do homicídio, Luiz Alberto Bernardino da Silva, mas admitiu ter feito ameaças e trocado agressões físicas com Giovanna em um incidente na boate Le Hotel. “Tive algumas desavenças com ela. Ela sempre ligava pra ele e era algo que incomodava”, disse. Juiz John Silas interrogou a ré no início da tarde dessa quarta-feira (11), no Fórum da Capital. Foto: Caio Loureiro.O crime A vítima foi sequestrada, em junho de 2011, após sair de uma unidade do Centro Universitário Cesmac, no bairro do Farol, na Capital. Seu corpo foi encontrado dias depois, em um canavial entre as cidades de Rio Largo e Messias.Diretoria de Comunicação - Dicom TJ/ALimprensa@tjal.jus.br - (82) 4009-3240 / 3141
12/10/2017 (00:00)
Acessos  907822
© 2017 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia
Pressione as teclas CTRL + D para adicionar aos favoritos.